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Expointer

Vendedores ambulantes reclamam de baixas nas vendas

A Expointer atrai pessoas de todos os cantos que vão prestigiar a feira. Mas, um dos públicos que mais se beneficia são os vendedores ambulantes, que usam a movimentação do evento para melhorar suas vendas e conseguir uma renda extra. Mas este ano, os lucros esperados não vieram.

As famosas banquinhas rodeiam a feira, com diversas mercadorias, tais como roupas, acessórios, brinquedos, alimentos, entre outras. O vendedor ambulante no Brasil, normalmente, chamado camelô. Ele é um comerciante de rua, faz parte da economia federal ou clandestina, com bancas improvisadas, principalmente nas grandes cidades, estando presente em grandes eventos.

As organizações de vendedores ambulantes podem ser encontradas em cidades de todo o mundo. Eles oferecem aos consumidores opções de varejo convenientes e baratas. Eles também são parte vital da vida social e econômica de uma cidade, e os turistas geralmente os veem como parte do desfrute de uma experiência autêntica e local e de lugares públicos dinâmicos.

Alguns desses comerciantes comercializam somente nessa época do ano, pois contam como uma renda extra, fora isso vivem suas vidas normalmente. "O ano inteiro eu trabalho em casa. Mas quando começa a Expointer, eu venho até aqui vender meus churrasquinhos. É sempre bom ter uma renda extra", afirma Dona Marlene, que participa como comerciante na feira há 10 anos.

Alguns comerciantes trabalham em outro local e quando a feira começa leva seus produtos, pois sabem que vão atingir um público maior, Assim como David, um jovem de apenas 19 anos, que morava na Paraíba e decidiu tentar a vida aqui no Sul. "Eu vim da Paraíba, tentar uma vida melhor aqui. Faz quatro anos que vim morar aqui e vendo minhas mercadorias, que são típicas lá do meu Estado. A Expointer é uma chance de mostrar meu trabalho a mais gente e ainda ganhar um extra", conta o rapaz, alegre com suas mercadorias em suas mãos.

Muitos comerciantes acabaram reclamando sobre a falta de organização do Governo este ano. Disseram que nesta edição, não havia banheiros e nem estacionamento para eles, que esse ano foi diferente dos outros. E que ainda, devido à crise, as vendas estavam fracas este ano. "O dinheiro que estou ganhando nas minhas vendas esse ano, quase não está pagando o gás que usamos", lamenta Dona Cleuza. "Estivemos aqui em todas as edições que a Expointer, e esse com certeza foi o pior, em todos os sentidos”, completa seu marido, Luiz.

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