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Produção de alunos do Jornalismo é finalista no Prêmio ARI

Apresentação sem títuloFoto: Divulgação

O documentário produzido pelos acadêmicos da disciplina de Projeto Integrador V recebeu Menção Honrosa durante premiação do Prêmio ARI/Banrisul 2020. “Coronavírus: Uma nova realidade” foi realizado pelos alunos Andréia Martins, Cíntia Esther Fuchs, Jhúlia Silveira, Kellen Paim, Lucas Belifel, Marco Antônio Moreira, Mattheus Moraes, Rafaela Pereira e Thiery Berneleau, durante as aulas do Projeto Integrador V: Documentário, ministrado pelo Prof. Me. Léo Nuñez. A produção concorreu na categoria Jornalismo Universitário Vídeo. 

A inscrição no prêmio foi feita pela aluna Rafaela, incentivada pelo professor. "O Prof. Léo me chamou no whats e perguntou se eu estava interessada em participar. Ele disse que nosso documentário tinha muita chance de ganhar, então resolvi tentar", conta. Estar entre os finalistas foi uma surpresa. "Eu não esperava. Acho que significa que a gente está no caminho certo, produzindo coisas de relevância para nossa área e para a sociedade. É um prêmio tão importante aqui no RS, então só de estar na final já mostra que somos vencedores", afirma. O professor Léo Nuñez destaca a importância de serem classificados para a premiação. "É o principal e mais cobiçado prêmio concedido no Rio Grande do Sul. A seleção reconhece e premia o esforço dos alunos ao trabalharem uma pauta inédita, mas em condições adversas de produção por causa da rápida contaminação do vírus. O esforço foi recompensado", salienta.

O documentário mostra as mudanças com a chegada da Covid-19 e a rotina da quarentena de algumas pessoas. "A gente quis mostrar os aspectos do isolamento pelo ponto de vista de uma pessoa que alternava entre remoto e presencial. Uma família que teve que tirar o filho da creche, num momento em que este está em desenvolvimento e um estudante que tinha a vida ativa com estágio e faculdade, para mostrar as dificuldades do ensino online", explica Rafaela. Na mesma disciplina, também foi produzido o documentário “Coronavírus, O Inimigo Invisível”, realizado por outro grupo de alunos.

Rafaela relata que o começo da produção foi complicado, pois precisavam orientar os entrevistados na filmagem e montar uma lista de enquadramentos que poderiam ser usados. Léo concorda que as condições de trabalho foram difíceis. "Por questões de segurança sanitária, o IPA estava em trabalho remoto e estávamos sem equipe técnica para a gravação dos depoimentos e imagens. Por outro lado, sabíamos da dificuldade das fontes em conceder entrevistas e gravar imagens da sua rotina para ilustrar o documentário. Mas assim foi feito e os dois trabalhos produzidos e finalizados", destaca. Ambos evidenciam o trabalho da edição. "Quero ressaltar a qualidade de edição e finalização do editor Cláudio Jr, técnico do laboratório de TV do curso, que fez um excelente trabalho", afirma o docente.

O aluno Lucas Belifel salienta que um fator importante para a qualidade do trabalho foi o empenho de todos. "Quero agradecer aos meus colegas pelo esforço, dedicação e pelas horas extras (até de madrugada) que ficamos para concluir esse projeto. E independente de ganharmos, já nos consideramos vitoriosos e honrados em estar entre os finalistas do prêmio", afirma. Para Rafaela, o reconhecimento com a participação vai ser importante para todos. "Nossa faculdade possui um baita curso de Jornalismo e um suporte muito humano da parte dos professores.  Esse prêmio veio como um empurrão no meu objetivo de trabalhar com audiovisual. Ainda é uma área um pouco difícil de entrar e vejo poucas mulheres, principalmente negras, atuando. Estar na final desse prêmio vai ser importante no meu objetivo profissional", garante.

A 62ª edição da premiação contemplou 11 categorias profissionais e cinco universitárias. Os vencedores foram conhecidos na última quarta-feira (16), em uma cerimônia online. O documentário produzido pelos alunos pode ser assistido aqui.

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