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Jornalismo

Teoria Apreciativa apresenta o pensamento positivo

main IM 0033Foto: Victória Cabreira

O Núcleo de Formação Docente promoveu mais uma edição C@fé com Educação. A finalidade do evento é aprimorar as estratégias didáticas. Ministrado pelo coordenador do curso de Jornalismo, Prof. Dr. Fabio Ramos Berti e pela Profa. Dra. Valéria Deluca Soares de Carvalho, a palestra tratou dos conceitos e pressupostos da Teoria Apreciativa.

 Os fundamentos da investigação apreciativa podem ser considerados como uma metodologia quanto como filosofia de vida. De acordo com a Profa. Valéria, a maioria das pessoas enxerga a realidade sob um ponto de vista negativo, perguntando-se quão mal estão as coisas, em uma cultura que visa apenas eliminar os erros. A proposta apresentada, por ela, propõe a prática de um pensamento e de uma linguagem positiva, considerando o que se tem de melhor, buscando apreciar a vida em si.

O modelo tradicional de resolver problemas, conforme a Teoria Apreciativa, limita a imaginação, a paixão e a capacidade das pessoas. A base para alcançar o ‘impossível’ e mudar a realidade negativista para um modus operandi positivo consiste na necessidade de despertar o pensamento positivo nas pessoas e estimular o espírito imaginativo, para estudar e entender o sentido da existência e colocar em prática a apreciação da vida e das relações, sejam elas do cotidiano ou do ambiente de trabalho. Rechaça explicações baseada em pressuposições lógico-empiristas e aposta no poder de interpretar e criar para não apenas entender a realidade, mas melhorá-la através da interatividade coletiva.

A estrutura mental afetiva, que compõe o pensamento positivo, possui quatro poderes: centrar, dinamizar, controlar e ativar. Estimular o potencial máximo de uma pessoa em cada um desses quatro campos conduz à transformação e à mudança de comportamento, introduzindo uma competência afirmativa. A Teoria da Apreciação estimula o desejo de criar e descobrir novas possibilidades, expondo que nada é definitivo ou fixo, e explicando que a verdade não é um patrimônio individual, podendo ser encontrada no coletivo. A palestrante explica que a promoção do debate em grupo inspira o diálogo para realinhar o comportamento social e a construção do conhecimento, despertando o compromisso e a imaginação. Através da valorização da interpretação, o coletivo aprende e coloca em prática, e com isso desenvolve-se e modifica o social.

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