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Cultura

‘Dia da Música’ agita Porto Alegre e Região Metropolitana

faleirFoto: Leonardo Bach/divulgação

Inspirado no Fête de la Musique, que surgiu na França em 1982 e que ocorre anualmente em mais de 700 cidades ao redor do mundo, a segunda edição do ‘Dia da Musica’ ocorreu em junho com o intuito de promover e dar destaque aos músicos do cenário independente. Patrocinado pela Vivo, o festival chegou ao Rio Grande do Sul pela primeira vez, tendo sido promovido, simultaneamente, em quatro casas de shows da região metropolitana de Porto Alegre.

Na capital, o evento foi sediado pela ‘Casa Frasca’, pelo ‘Vasco da Gama 1020’ e também pelo ‘Obra Club’. O quarto local e cenário principal dessa reportagem é o ‘Pubis’, tradicional pub de Novo Hamburgo. Com entrada gratuita, a casa abriu as portas às 20h do dia 18 de junho, dando inicio ao festival. O primeiro show teve inicio às 22h30, sob a regência de ‘Pedro Dom & Orquestra Livre’.

Confira, nas palavras do estudante de jornalismo Luiz Guilherme Faleiro, o que de melhor rolou no evento.

"A sonoridade produzida por Pedro faz jus ao Dom que carrega como nome artístico. Ele esteve em São Paulo produzindo com músicos e curadores de diversos gêneros e estilos musicais, no ‎PULSØ 2016, realizado nos estúdios da Red Bull Station. Com um repertório de jazz instrumental e rap, a

alinhou-se formada no palco do Pubis pelo tecladista, arranjador sonoro e compositor Pedro Dom, Lorenzo Flach na guitarra, Bruno Neves na bateria e com Patrick Bass no baixo.

O concerto teve participações especiais. Yule Almeida, que em conjunto com o grupo forma a Orquestra Celestial do Livre-Arbitrio (

), fez o vocal de uma parte do repertório. Ao final do show, Pedro convidou Dessa Ferreira e Gutcha Ramil para participar da última musica. Inclusive, Pedro e Gutcha formaram, junto a Ian Ramil e a Guilherme Ceron, a banda que abriu o show de Elza Soares no Theatro Guarany, em Pelotas. Ian e Gutcha são parentes da segunda atração artística da noite.

Membro da quarta geração de músicos da família Ramil, Thiago é sobrinho de Kleiton, Kleidir; Vitor, primo de Ian e irmão de Gutcha. Musicalizado desde os dois anos de idade, praticou violino até os 14 anos, quando passou a tocar baixo a violão. Seu primeiro projeto autoral foi com a banda Cadiombleros. Esperou formar-se em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul para dedicar-se à carreira solo. Thiago tem um disco gravado com apoio do edital Natural Musical, e lançado em agosto de 2015 com turnê nacional. O álbum intitulado Leve Embora apresenta melodias livres de rótulos e moldes, propondo uma expansão musical que expressa a personalidade calma do artista.

O show de

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13523781 10204469129407711 492692080 oFoto: Leonardo Bach/divulgação

Em Porto Alegre, a Casa Frasca abriu suas portas às 20h com um bate-papo e uma janta vegana. A agenda cultural seguiu com 3D, Nacional Riviera, Supervão, Ian Ramil + Pedro Dom & Orquestra Livre, e encerrou as atividades com Três Marias. O Obra Club, a 500m de distância acima da ‘Casa Frasca’, abriu as portas às 14h. A programação de shows da casa seguiu-se com Alies, Lazy Kiss, Landosystem, Castelan, e encerrou com Gabto. O Vasco da Gama 1020 recebeu dois shows, iniciando às 16h20 com Saulo Fietz, e completando às 18h com Poty Burch".

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