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Semana Farroupilha

Chimarrão reúne o IPA e a comunidade

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“Amargo doce que eu sirvo num beijo em lábios de prata. Tens o perfume da mata molhada pelo sereno. E a cuia, seio moreno, que passa de mão em mão, traduz, no meu chimarrão, em sua simplicidade, a velha hospitalidade da gente do meu rincão”.

As palavras de Glaucus Saraiva seguem a tônica da tarde de quinta-feira, o dia voltado para o chimarrão nas comemorações tradicionalistas do IPA. Com uma roda de mate e uma oficina de como fazer um bom chimarrão, a Quintanda foi palco das celebrações. A feira agroecológica do IPA é uma ponte entre a comunidade e o produtor rural, trazendo produtos direto do campo para as mesas de seus frequentadores.

A Quintanda foi o espaço para reunir os frequentadores do campus convidar para dividir um mate. Ao som de música tradicionalista e um clima agradável, colaboradores, alunos e professores dividiram a cuia. E para aqueles que ainda não estão familiarizados com o preparo da bebida foi oferecida uma oficina. Em um estande montado pela Churrascaria Galpão Crioulo, o público pode aprender como preparar o mate. O professor do curso de Turismo, Guilherme Bridi, foi o responsável por organizar a oficina. Contatando o pessoal do Galpão Crioulo. “Não é a primeira vez que viemos ao IPA e sempre que quiserem, é só agendar que estaremos aqui. Esse momento é importante para perpetuarmos um hábito que acompanha há tanto tempo o gaúcho.”, disse Elisiane Silva, oficineira.

O chimarrão, bebida tradicional da cultura sulamericana, é um costume passado pelos indígenas (quíchua, aymará e guarani). O nome Mate vem da palavra quíchua Matty que era usada para denominar a cuia. Dentre os benefícios do chimarrão estão o seu fator estimulante, mais efetivo e com menos efeitos colaterais que o café e a ação no trato intestinal.

 

Fotos de Moisés Machado

Foto 01

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