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Jornalismo

Conselho Deliberativo e a Diretoria Executiva tomam posse na ARI

18945372 10207213553731949 1398526689 nFoto: Divulgação/ARI

A nova Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) foram empossados em solenidade que reuniu mais de 70 pessoas, entre conselheiros, diretores de empresas de Comunicação, representantes de entidades, profissionais da imprensa, entre outros. A ARI foi fundada em 1935 e tem como principal compromisso a liberdade de expressão, a defesa ambiental e a atenção aos movimentos populares.

O jornalista João Batista de Melo Filho, ex-presidente da Diretoria Executiva, assumiu a presidência do Conselho Deliberativo, ao lado de Alexandre Gadret, como vice-presidente. O jornalista Luiz Adolfo Lino de Souza assumiu a Diretoria Executiva, acompanhado dos vice-diretores Ciro Castilhos Machado e Cristiane Finger. Ercy Pereira Torma foi nomeado conselheiro nato da entidade. A estrutura da ARI é composta por 15 diretores, divididos em duas vice-presidências, que atuam nas áreas cultural, ambiental e universitária.

O presidente eleito, Luiz Adolfo contou ao Multiverso que um bom número de diretores para a gestão 2017-2020 foram renovados. Mas, destaca que permanece a intenção de dar continuidade ao propósito de perpetuar a entidade que há 82 anos une jornalistas gaúchos. “A entidade sempre esteve ao lado dos jornalistas e defendeu o bom exercício da profissão” afirma. Todavia, salienta que uma das dificuldades da associação é atrair novos sócios. “Unir profissionais nos dias de hoje é uma tarefa que esbarra na falta de tempo e de opiniões diversas”.

O principal desafio da nova gestão, segundo Luiz Adolfo, é atrair para os encontros e debates sobre jornalismo, os estudantes e diplomados. “É preciso encontrar bandeiras e ações que auxiliem os estudantes a enxergar na ARI um elo e um apoio para as suas necessidades”.

Quanto à ter uma mulher pela primeira vez como membro da Diretoria, o novo presidente enxerga como uma evolução natural do papel da mulher jornalista que domina as redações. “Várias mulheres contribuíram ao longo da história da ARI”, recorda ele. “Três mulheres participaram da fundação. A chegada de uma vice-presidente é um reconhecimento. Hoje, a diretoria tem 10 mulheres e este número tende a crescer”, ressalta ele.

Sobre os desafios atuais da profissão, Luiz Adolfo entende que o jornalismo enfrenta uma crise de mercado, mas o papel do profissional não necessariamente segue essa situação. Ele pondera que o jornalista é um filtro de credibilidade em uma sociedade que está carente de informações verdadeiramente relatadas e conferidas por profissionais com formação adequada. Ressalta que as redes sociais estão exigindo um profissional criterioso para enfrentar a notícia falsa e os boatos que interessam apenas a alguns segmentos. “O papel social do jornalista transcende momentos de transição pelo surgimento de novas tecnologias”, destaca.

Para saber mais sobre a ARI, acesse aqui.

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