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Por onde anda?

Edison Feijó: superando limites

edisonFoto: Arquivo pessoalEdison Feijó é jornalista formado pelo IPA em 2013. Assim como muitos colegas, ele seguiu ao pé da letra a proposta do curso de gerir a comunicação. Hoje ele comanda uma empresa de produção de eventos (edisonfeijo.com.br) e trabalha com workshops, festas de 15 anos, formaturas, casamentos, etc. Além disso, presta assessoria de imprensa para o Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios do RS (Sindef/RS).

Durante a faculdade, estagiou na Assembleia Legislativa, Palácio do Governo e Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Foi na Casa dos deputados, entretanto, onde pegou o gosto por eventos. O TCC no IPA – no qual alunos, em grupo, montam seu próprio negócio – também ajudou, especialmente pelo aporte técnico e conceitos como missão, visão, valores e objetivos. “Eu tive esse embasamento, apenas reutilizei”, explicou. Edison sente saudade do convívio com colegas e professores, mas guarda um docente em especial, que lhe ajudou muito ao longo de sua trajetória acadêmica. “A Lisete Ghiggi sempre foi uma grande influenciadora. Ela foi uma benção para mim. Uma grande amiga e companheira”, salientou.

O mercado, segundo ele, apresenta dificuldades, o que exige dos graduados um esforço ainda maior. “Não basta só estudar, tem que fazer cursos de aperfeiçoamento. Desde que me formei corri atrás para me aprimorar na área”, ressalta. Edison considera a atividade de assessoria de imprensa como mais vantajosa que o trabalho nos veículos de comunicação. Desse modo, dá a dica do empreendedorismo para quem almeja independência e sucesso. 

Além do Jornalismo, Edison tem histórico também na área de estética e beleza. Tudo começou no final do ensino médio, ao conquistar o prêmio de “Rei do Colégio”. E assim seguiu. Neste ano, ele ganhou o título de “Mister Rio Grande do Sul Tour”. Em novembro, ele representará o Estado no “Mister Brasil Tour”. A preparação já começou desde agora, envolvendo alimentação equilibrada, academia e cuidados faciais e corporais.

Diz que sofreu preconceito em razão da beleza. “As pessoas que participam desses concursos são vistas como fúteis, pessoas que não tem pretensão profissional”. Logo após a formatura, ele abandonou a carreira de modelo momentaneamente, mas em 2015 retornou. Sua motivação: encarar de novo o desafio, vencer limitações e barreiras, pois considera que o bom profissional é aquele que supera seus próprios limites.

edison3Foto: Arquivo pessoal

Nas horas vagas, se considera um sujeito elétrico. Para ele, 24 horas é pouco. Gosta de estar com a família e amigos, bem como se dedicar ao seu curso de inglês. Ler bastante sobre o Jornalismo também está entre suas preferências. Atualmente, “Vigiar e punir”, de Michel Foucault, é a obra que guarda na cabeceira. O best-seller “50 tons de cinza”, de E. L. James, é outro título de momento.

Daqui para frente, Edison espera progredir, fazer seu nome e tornar a empresa uma referência no mercado. Assim sendo, manda uma mensagem aos alunos que estão começando sua jornada: “Tem que gostar do que faz. Não adianta estar cursando a faculdade por hobby. Tem que vestir a camisa, ser diferente. Hoje fazer o feijão com arroz tu vai ser mais um no mercado. Tem que ter um diferencial”, conclui.

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