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Colóquio reúne 12 agências experimentais e debate os desafios da indústria criativa

multiverso oitavo coloquioFoto: Arquivo Multiverso

A equipe  do Multiverso IPA participoudo 8º Colóquio das Agências Experimentais de Comunicação do Rio Grande do Sul. O evento aconteceu na segunda-feira, 21, na ESPM Sul e reuniu 12 agências de universidades gaúchas para promover a integração entre coordenadores, estagiários, técnicos e professores. As professoras Me. Maristela Franco e Drª Valéria Deluca representaram o Multiverso ao lado do cinco estagiários de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda e dos técnicos Athilio Zanon, Flavio Valiatti e Mariana Branco.

O evento começou com um coffeebreak, seguido da apresentação de vídeos de cada agência. Na sequência, aconteceu o debate sobre os desafios da indústria criativa, em que se ressaltou a relevância de integrar as agências experimentais ao conceito de empreender.

Segundo a Strategy and Content Manager do StudioBah, Natália Athayde, é uma oportunidade única poder aprender em uma agência experimental. “No mercado, é muito difícil alguém parar para te ensinar. Aprenda e pergunte agora”. Sobre os estágios não-remunerados, ela explica que, mesmo sem receber, o aluno vai estar investindo o tempo em conhecimento.

Os egressos da agência experimental da ESPM, Co.De, Caroline Volpato e Leonardo Viana, reforçaram a importância de se aproveitar a chance de vivenciar experiências em uma agência experimental. Eles explicam que apesar do aprendizado ser intenso na agência, é fundamental saber a hora de sair para se adquirir experiências no mercado.

Sobre empreender, a fundadora da agência Daterra Filmes, Gabriella Bordasch conta que criou a empresa ao perceber a dificuldade de se reinventar o trabalho nos veículos tradicionais. “Eu me sentia apenas uma engrenagem nesse meio. É muito difícil mudar as coisas e ser criativa nas mídias tradicionais”, conta. Gabriella também desmistificou alguns pensamentos sobre as vantagens de ser empresário. “Algumas pessoas acreditam que um empresário, além de trabalhar menos horas que um funcionário, também, possui um horário mais flexível”, disse.

Já a gerente de relações públicas de comunicação de marketing da Federação Gaúcha de Ciclismo, Gabi Jacobs, abordou a necessidade dos comunicadores em entender outros grupos da sociedade. Ela exemplifica com o programa Big Brother. “Mesmo sem gostar desse entretenimento, eu preciso analisar essa parte da população que acompanha o programa. Precisamos aprender a ouvir e entender todas pessoas”, esclarece.

oitavo coloquio atividadeFoto: Arquivo Multiverso

Durante a tarde, os estagiários das agências ainda realizaram atividades para promover a campanha #deixaelatrabalhar. Em grupo, os alunos puderam escolher a plataforma e o formato preferido (vídeo, redes sociais, gráficos e reportagem) e desenvolveram ações voltadas para a causa. Ao fim da tarde, os grupos apresentaram o resultado da tarefa realizada em conjunto.

Em paralelo, os professores se reuniram para discutir demandas e processos que envolvem as agências experimentais em cursos de Comunicação. Cada coordenador, apresentouas práticas e compartilhou os desafios. Ao final, definiu-se que serão realizados encontros periodicamente, além do Colóquio, para discutir alternativas para fortalecer as agências.

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