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Política

Coordenador da AGERT debate com alunos de Jornalismo do IPA

Após quatro anos, o jornalista Eduardo Leães retorna ao IPA para um bate-papo com os alunos das disciplinas de Gestão da Comunicação e Projeto de Radiojornalismo. A convite do Prof. Ms. Renato Sagrera e do coordenador do curso de Jornalismo, Prof dr. Fabio Berti, Leães conversou com os estudantes sobre marketing eleitoral, redes sociais e o rádio em meio à tecnologia. O convidado é mestre em Comunicação Social e especialista em Marketing Político. Atua como coordenador da Rádio AGERT (Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão).

Leães diferenciou o trabalho do profissional de marketing político para o eleitoral. “O marketing político trabalha durante todo mandato ou quando se pretende iniciar uma carreira para um candidato. O segundo trabalha apenas durante o período da campanha eleitoral”, conta. Ele diz que o jornalista que entra para o Marketing Político geralmente, precisa ter experiência. “Não conheço nenhum profissional de 25 anos. Acho que é necessário se ter uma vivência no jornalismo, até para saber captar melhor as informações”, reforça.Sobre as redes sociais, o jornalista é taxativo: “Elas vão ter muita força na campanha desse ano, pois os partidos vão ter menos recursos financeiros”.Leães afirma que os partidos estão com dificuldade de arrecadar dinheiro, por vários motivos, sendo um deles, a falta de credibilidade dos políticos. Além disso, não é mais permitida a doação de empresas para as campanhas dos candidatos. Ele comenta sobre a dificuldade do combate a Fake News.

Sobre o rádio, o coordenador da AGERT esclarece que essa mídia conseguiu se adaptar às novas tecnologias. “O rádio está junto da coisa mais importante que existe, o celular. Ele conseguiu se reciclar. O rádio está no Facebook, site se aplicativos”, argumenta.O jornalista elogiou as rádios de interior que conheceu. “Eu fico impressionado que rádios de cidades de 20 ou 30 mil habitantes são bem organizadas e possuem bons equipamentos”. Ele evidencia a relevância das mesmas ao lembrar que emissoras mais desenvolvidas, como a Globo e a BBC, não vão cobrir pequenas regiões. “Não é a proposta dos grandes veículos, por isso, a rádio local tem que fazer um ótimo trabalho”, complementa. Leães abordou a flexibilização do horário do programa de rádio ‘A Voz do Brasil’.

Confira o depoimento abaixo:

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