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Meetings com profissionais é destaque no 3º Seminário de Comunicação Integrada

1 12Foto: Alessandro Davila

A segunda noite do 3° Seminário de Comunicação Integrada foi marcada por conversas e troca de conhecimentos. Durante os Meetings, os participantes conheceram sobre Marketing Conversacional, Dados Abertos e Big Data e entenderam o que o público espera do Jornalismo.


1 27Foto: Alessandro Davila

No Meeting Dados Abertos e Big Data: caminhos para explorar informações, os convidados, Dra. Ana Júlia Possamai e Victor Magalhães, abordaram as possibilidades e aplicações dos dados abertos na comunicação. A cientista política e pesquisadora, Ana Júlia explicou o que são os dados abertos governamentais, para que servem e onde se pode encontrá-los. Também trouxe exemplos de sites e aplicativos que utilizam esses dados para prestação de serviço e informação. Victor é o SEO e BI Director da Cadastra e falou que o Big Data é um grande conjunto de dados armazenados. Ele destacou o uso das ferramentas que auxiliam a filtrar essas informações.

 MG 3557Foto: Alessandro Davila

A Dra. Gisele Reginato, assessora de imprensa da Susepe-RS, trouxe respostas para o questionamento "o que o público quer do Jornalismo?'". Baseada em sua tese de Doutorado, que refletiu sobre o que veículos de Comunicação, público e os próprios comunicadores pensam como virtudes indispensáveis para o bom Jornalismo, ela trouxe ao seminário os desdobramentos sobre a visão dos espectadores. "Minha apresentação traz os valores imprescindíveis para um jornalismo ser considerado bom, na visão de quem mais interessa, o público."

giseleFoto: Yuri Bratti

Na oficina sobre Marketing Conversacional, Raphael Godoy, Head de Marketing da Zenvia, realizou um comparativo entre o marketing tradicional utilizado nas empresas e o Marketing Conversacional, já em utilização pela Zenvia. Ele definiu como um Marketing de ida e volta, personalizado e responsivo no canal de preferência do cliente. A Engenheira de Software da Zenvia, Paula Gularte, explicou que os chatbots são ferramentas que servem para aproximar marcas e clientes em tempo real. Além disso, têm a capacidade de absorver constantemente informações, para possíveis questionamentos futuros. “O chatbot tem a função de organizar informações que a pessoa precisa e levar fluidez para essa conversa,” contou.

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Os dois profissionais realizaram uma atividade com os presentes para mapear a personalidade de um chatbot de três empresas. Ao fim da atividade, Paula destacou a importância de identificar a persona de uma marca, para que ela represente a marca e que tenha a agilidade que a empresa necessita para sanar todas as questões que forem recebidas em tempo ágil.

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