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Alunos de Comunicação do IPA participam da produção de conteúdo para a editoria Por Dentro, de Coletiva.net

WhatsApp Image 2018 11 11 at 11.24.22Foto: Bruno Dornelles

A equipe de estagiários do Multiverso, a convite da publisher Márcia Christofoli, vai participar da produção de conteúdo para a editoria ‘Por Dentro’, veiculada em Coletiva.net. A proposta consiste em acompanhar a equipe de reportagem do portal durante as visitas aos bastidores das principais empresas de Comunicação do Estado e participar da redação dos textos.

 A coordenadora do Multiverso, Profa. Dra. Valéria Deluca ressalta que a oportunidade deixou os alunos muito entusiasmados. “Eles vibraram muito. A ideia é incrível. Além de levarmos o nome dos nossos cursos a diferentes empresas de comunicação, nossos estudantes terão a oportunidade de conhecer rotinas distintas de trabalho e construir uma rede de relacionamento muito importante”, explica a professora. Ela destaca que a atividade é uma entre tantas outras feitas em parceria com Coletiva.net. “Temos orgulho de saber que somos parceiros de um veículo tão importante para a área da Comunicação e que a cada dia, conquista mais e mais a credibilidade do mercado”.

A oportunidade, segundo Márcia Christofoli, possibilita que estudantes tenham uma experiência prática e contato direto com diferentes áreas e profissionais. “A sala de aula é essencial para dar a qualquer acadêmico a base e o suporte necessários. Porém, ‘gastar sola de sapato’ é o que dará a eles o contato com o mercado e uma visão mais ampla de como são as rotinas, as relações e os processos de diversas empresas”.

 Sobre a editoria, a jornalista egressa do IPA cita que ela é produzida a cada 15 dias, com o objetivo de apresentar aos leitores os bastidores de diferentes empresas de Comunicação. Ela conta que serão publicadas novas reportagens sobre veículos, agências de publicidade, endomarketing, assessoria de imprensa, marketing digital, conteúdo, eventos, entre outros. “A ideia é mostrar como essas organizações funcionam no bastidor. Entendemos, por exemplo, que o ofício de fazer jornalismo impresso é igual em qualquer jornal ou revista, mas, cada veículo tem o seu DNA, suas características. Isso o torna especial para quem lá trabalha e também para quem o consome aquele conteúdo”, explica a jornalista.

A primeira experiência

A primeira visita com a presença dos alunos do IPA aconteceu no Diário Gaúcho. A reportagem contou a história e a rotina do jornal popular do Grupo RBS. O estagiário do Multiverso, estudante do curso de Jornalismo, Bruno Dornelles acompanhou a equipe de Coletiva.net. A visita aconteceu no prédio sede do Grupo RBS, onde a partir da última estruturação foram integradas as redações dos veículos Zero Hora, Rádio Gaúcha, GaúchaZH e o próprio DG.

Diego Araújo, editor-chefe e Felipe Bortolanza, editor-executivo foram os entrevistados. Eles comentaram sobre algumas fases e curiosidades sobre este processo de integração das redações. Araújo lembra que “a mudança ocorreu após perceberem que o jornalismo se fazia da mesma forma e muitas vezes, com conteúdos que serviam para os dois impressos e à rádio”. Ele cita como exemplo o caso do leitor do Diário Gaúcho (DG) que, quando quer saber quem vai jogar na dupla Grenal, tem um interesse igual ao do leitor de Zero Hora. “O que vai mudar vez ou outra, é a linguagem usada para atingir determinado público”, ressalta o editor-chefe.

O jornalista lembra também que o leitor é o grande diferencial e que o jornal constantemente, busca uma aproximação com seus públicos de interesse. “Essa interação acontece de forma completamente peculiar. Nos outros veículos, o conteúdo informa sobre o que está acontecendo. No caso do DG, é para tentar resolver o problema do leitor”, ressalta o jornalista. Em certo momento, reitera sobre o tipo de público que o periódico tem interesse. Lembra que ele tem interesses, localização geográfica e condição econômica bem definidos. Para esclarecer melhor, destaca as matérias produzidas sobre o hospital da Restinga, que o impresso acompanhou desde o lançamento até a atual cobrança pela implantação de um setor de trauma e UTI.  E reitera: “A Prefeitura de Porto Alegre considera esse hospital um afilhado nosso”.

Ainda sobre a nova forma de produção e gestão de conteúdos propiciada pela união das redações, Araújo explica que “há uma grande prateleira de conteúdo. Então, cada veículo busca nela o que lhe interessa. Às vezes, temos equipe própria para fazermos o que é preciso e que nenhum outro fez”. Por outro lado, pondera que o risco que existe é a pasteurização de conteúdo, como por exemplo, ter dois jornais e mais a rádio entregando a mesma coisa.

Felipe Bortolanza, por sua vez, conta que começou como repórter de Esporte, passando pelas editorias de Geral, Polícia e Capa. O orgulho que sente ao falar do Diário Gaúcho é visível. Ele não cansa de ressaltar que “o grande feito do veículo é, ao longo desses 18 anos de existência, não ter mexido em nada que diz respeito ao seu DNA”. Bortolanza destaca que se uma pequena nota veiculada poupar milhares de pessoas de irem a um lugar que está fechado, o objetivo foi alcançado. “Além disso, precisamos esmiuçar cada pauta, tornando-a o mais didática possível. Toda essa base não foi alterada. Acredito que é por isso que ele se mantém firme e forte”, comemora o editor-executivo.

A relação entre o DGe leitor é também destacada pelo jornalista. Segundo ele, “se está pegando fogo em algum lugar, eles ligam primeiro para nós, antes de acionar os bombeiros. Essa relação é tão próxima a ponto de pautarem muito o jornal”. Atualmente, a equipe do Diário Gaúcho é formada por cerca de 20 profissionais exclusivos, mais cinco que atendem a todos os veículos da redação integrada. O grupo se divide na produção das editorias Geral, Variedades e Leitor – além das compartilhadas, Segurança, Serviços e Esportes.

Leia na íntegra a matéria publicada em Coletiva.net acessando aqui.

https://coletiva.net/por-dentro/diario-gaucho-advogado-do-leitor,284415.jhtml

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